Pesquisa avalia impacto do FNDCT na inovação da indústria brasileira

Há um núcleo dinâmico inovador bem definido na indústria brasileira, mas ele precisa receber apoio de forma mais intensificada. Esta foi uma das conclusões do primeiro evento da série Debates FINEP, lançada no dia 26 de abril , no Rio de Janeiro. Segundo os palestrantes, o FNDCT - Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico é um dos principais instrumentos, mas sozinho não consegue dar conta das necessidades de financiamento do setor.
O debate apontou a necessidade de combinação de instrumentos, fortalecimento da capacidade de análise setorial e aumento dos recursos.“A FINEP cobre bem o espectro de empresas emergentes nas suas ações de fomento, mas ainda alcança uma parte pequena das empresas líderes, portanto há um espaço grande de crescimento das nossas ações”, disse o diretor de inovação da FINEP, João De Negri, que defende a transformação da Financiadora em um banco especializado no apoio à inovação.
A pesquisa apontou que as empresas que investiram em conhecimento cresceram pelo menos 21% a mais do que as que não investiram. Porém, esse investimento ainda está concentrado nas empresas de grande porte, o que acompanha a tendência internacional.
“O Brasil vive uma situação paradoxal dentro da inovação no mundo, característica dos países emergentes: enquanto é líder em áreas como bioenergia, está bem atrás em outros setores”, disse Evando Mirra, consultor do CGEE - Centro de Gestão e Estudos Estratégicos e um dos debatedores.

Eu acho que a inovação é essencial para o crescimento de um país.E que as atitudes icentivadoras devem ser colocadas em prática,pois condições para isso nós temos.É necessário dar mais espaço para pequenas iniciativas e apoiar as pequenas empresas para que elas também possam estar em crescimento.Como prova disso temos o crescimento das empresas que resoveram investir na inovação e a tendência é de continuar crescendo.Como foi dito acima, somos líderes em áreas como a bioenergia e em relação as inovações estamos atrasados.E essas áreas  juntas funcionariam bem melhor.
Espero que gostem e que passem adiante essa idéia de inovar para melhorar.

Fonte: revista fator.
Postado por :Tamires Morett

Como criar e inovar


Achei interessante essa entrevista Antonio Carlos Teixeira, que fundou a consultoria Pense diferente, que ajuda profissionais de empresas a melhorar os resultados, inovando sem medo de errar. Ele realiza palestras e Workshops por todo Brasil e no exterior, ligados diretamente ao tema de inovações e criatividade. Além de ter publicado livros como, "Inovação - Como criar idéias que geram resultados" e "O ataque às idéias".

Espero que tenham gostado da dica. Abaixo, mais links de entrevistas e palestras com Antonio Carlos sobre Inovação.

Como evitar os bloqueios às idéias inovadoras
Técnicas para gerar idéias inovadoras
Equipes inovadoras geram mais resultados
O processo da inovação

Postado por: Patricia Fernandes

Papel eletrônico: futuro dos computadores flexíveis?

"Isto representa o futuro. Tudo será como ele dentro de cinco a 10 anos," entusiasma-se Roel Vertegaal, ao falar da sua criação, que ele batizou de PaperPhone.

Computador flexível
A tecnologia é mais comumente chamada de papel eletrônico, mas Vertegall e seus colegas da Universidade Queens, na Grã-Bretanha, utilizaram-no para construir um pequeno computador, com funções semelhantes à de um smartphone.
O pesquisador, que apresentará sua invenção durante a conferência Computer Human Interaction, em Vancouver, no Canadá, no próximo dia 10 de Maio, afirma que o protótipo, o PaperPhone, é melhor descrito como um iPhone flexível.
"Este computador se parece, se comporta e é operado como uma pequena folha de papel interativo. Você interage com ele dobrando-o na forma de um telefone celular, inclinando seus cantos para virar as páginas, ou escrevendo sobre ele com uma caneta," diz o  pesquisador.

Telas flexíveis
A tela, de 9,5 centímetros na diagonal - 4 polegadas -, é fruto da chamada eletrônica orgânica, feita com a tecnologia de filme fino.
As primeiras telas flexíveis e de enrolar chegaram ao mercado em 2007.
Por outro lado, embora os primeiros circuitos integrados flexíveis já estejam em testes de laboratório, eles ainda não são capazes de sustentar todo o funcionamento de um computador, ou mesmo de um smartphone.
Assim, o que o pesquisador chama de um "iPhone flexível" é mais um protótipo que demonstra um conceito de interface, que poderia ser chamado de "navegação por dobradura", em lugar das muito mais confortáveis e responsivas telas sensíveis do toque - as opções são acionados dobrando-se a tela inteira para baixo ou para cima.
Um conceito interessante, que sofre das dificuldades próprias dos protótipos - o circuito ainda não é tão flexível quanto se poderia esperar. Além disso, o aparelho está mais para um computador rígido com uma tela semi-flexível anexa.
Durante a apresentação, está programada também a demonstração de um "computador semelhante a um relógio de pulso", segundo Vertegaal, chamado Snaplet.

Postado por Thaiza Rocha
Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

Incentivo a inovação

Existe uma lei de incentivo a Inovação tecnológica.
Seu principal objetivo é :
Estimular a criação de ambientes especializados e cooperativos de inovação;
Estimular a participação de Instituições Científicas e Tecnológicas no processo de inovação;
Estimular a inovação nas empresas;
Estimular o inventor independente;
Estimular a criação de fundos de investimentos para a inovação.
Essa lei é um bom incentivo para as instituições de pesquisas/Empresas valorizarem os projetos Universitários.

 Para ler toda a lei:  http://www.planalto.gov.br/ccivil/_Ato2004-2006/2004/Lei/L10.973.htm

Na minha opnião, deveria haver mais incentivo aos estudantes de licenciatura ou os próprios preofessores a Inovar as aulas. Um ensino diferencial, mais moderno, poderia ajudar e incentivar os jovens alunos.
Eu já li sobre um projeto de Aplicativos Computacionais  da Dra. em Física Marta Feijó Barroso, que leciona na UFRJ e é coordenadora da pesquisa.
Os aplicativos são bem interessantes e realmente ajudam a entender melhor a física ( eu já usei o aplicativo no 1° semestre na diciplina de Introdução a Física)
http://omnis.if.ufrj.br/~marta/

Bom é isso.

Postado por Isabeaur Maia
Fonte: Sites já acima postados

Super pele artificial supera sensibilidade da pele humana



 Super pele artificial


A equipe da Dra. Zhenan Bao, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, está desenvolvendo uma nova classe de pele eletrônica ultra-sensível.
Segundo a Dra. Bao, seu objetivo é criar uma "super pele", um tecido eletrônico flexível que supere as capacidade sensoriais da pele humana.
 
Super pele eletrônica
 
A pele eletrônica é totalmente flexível e capaz de "sentir" o toque, a luz e detectar compostos químicos e biológicos.
Sua alimentação é feita por um novo tipo de célula solar igualmente flexível, que pode ser incorporada na própria pele artificial, abrindo caminho para seu uso não apenas na robótica, mas também em próteses, membros artificiais e até em roupas.
"Com uma pele artificial, podemos incorporar basicamente qualquer função que desejarmos," disse a Dra. Bao. "É por isso que eu chamo de nossa pele eletrônica de super pele. Ela é muito mais do que aquilo que nós pensamos quando nos lembramos da pele normal."
 
Super sensibilidade
 
A base para a pele artificial é um transístor orgânico flexível criado pela equipe há alguns anos, feito com polímeros flexíveis e materiais à base de carbono. No atual estágio, a equipe já descobriu como fabricar seu transístor com materiais totalmente biodegradáveis.
Para permitir a detecção de toque, o transístor contém uma camada fina e altamente elástica de borracha, moldada em uma estrutura de pequenas pirâmides invertidas.
Quando pressionada, esta camada muda de espessura, o que altera o fluxo de corrente através do transístor.
Os sensores têm de algumas centenas de milhares até 25 milhões de pirâmides por centímetro quadrado - a quantidade é determinada pelo nível desejado de sensibilidade.
Para funcionar como um sensor biológico ou químico, a superfície do transístor tem de ser revestida com uma outra molécula, à qual o composto a ser detectado irá se ligar quando entrar em contato com a pele eletrônica. A camada de revestimento com essa outra molécula só precisa ter um nanômetro ou dois de espessura.
"Dependendo do tipo de material que colocamos sobre os sensores e como nós modificamos o material semicondutor do transístor, podemos ajustar os sensores para que eles detectem materiais químicos ou biológicos", disse ela.
Os testes mostraram que a pele artificial é capaz de detectar até mesmo um certo tipo de molécula de DNA.
Os pesquisadores agora estão trabalhando na ampliação da técnica para a detecção de proteínas, criando um material que poderá ser útil para fins médicos.


Células solares elásticas
 
Como todo equipamento eletrônico, a alimentação é sempre um desafio - mais ainda quando se trata de uma pele, um dispositivo que deve se estender por largas áreas irregulares.
As novas células solares parecem ser a solução ideal: feitas com polímeros orgânicos, elas são não apenas flexíveis, mas também elásticas - elas podem ser esticadas até 30% além das suas dimensões originais sem perder a capacidade de geração de energia.
As células solares elásticas possuem uma microestrutura ondulada que, quando esticadas, se estendem como um acordeom.
Um eletrodo de metal líquido se ajusta à superfície ondulada do dispositivo de conformidade com os seus dois estados, relaxado e esticado.
A própria célula solar funciona como um sensor de luminosidade, capaz de detectar variações de intensidade na luz dificilmente captáveis pelo olho humano.
 
Robôs médicos
 
A professora Bao afirma que vê sua super pele como algo bem superior a uma simples imitação da pele humana - ela poderá permitir que os robôs e os próprios humanos executem funções muito além daquilo que a pele humana pode oferecer.
"Você pode imaginar uma mão robótica que pode ser usada para tocar um líquido e detectar certos marcadores ou uma determinada proteína que está associada a alguma doença. E o robô será efetivamente capaz de dizer, 'Oh, essa pessoa tem essa doença," diz a cientista. "Ou o robô poderia tocar o suor de alguém e ser capaz de dizer: 'Ah, essa pessoa está bêbada'."

Fonte : Inovação Tecnológica
Postado por : Viviane Lima

Nariz óptico enxerga cheiros e mapeia gases atmosféricos

Nariz óptico enxerga cheiros e mapeia gases atmosféricos



Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) estão desenvolvendo um aparelho capaz de converter em imagens gráficas coloridas os elementos químicos presentes na atmosfera.
Apelidado de "nariz óptico" - é como se ele cheirasse substâncias invisíveis a outros sensores - o aparelho será uma ferramenta eficiente para equipar sistemas de controle ambiental, com inúmeras possibilidades de aplicação.
O sensor de imagem química é comumente denominado de LAPS (Light-Adressable Potentiometric Sensor).

Medição de gases
 O professor Francisco Javier Ramirez-Fernandez, da Escola Politécnica (Poli) da USP, explica que, usando o "nariz óptico", as imagens produzidas permitirão comparar os níveis de alguns compostos químicos na atmosfera.
"O equipamento nos fornece imagens gráficas e coloridas que correspondem a um tipo de gás previamente caracterizado", explica.
Nos ensaios realizados até o momento, o dispositivo vem sendo testado na detecção de poluentes atmosféricos, compostos hidrogenados e amônia.
Para testar o nariz óptico, os pesquisadores construíram um protótipo que ainda não é do tamanho ideal, mas permite que o processo seja testado com sucesso.

Sensor de imagem química


Uma caixa de metal, com cerca de 50 centímetros (cm) de altura por aproximadamente 30 cm de largura, funciona como uma câmara que concentra o oxigênio captado na atmosfera.
Dentro da câmara, um leitor de laser pulsado faz uma varredura e permite identificar os elementos químicos que ficaram depositados num sensor à base de silício.
"Esse sistema torna possível também o reconhecimento de diferentes tipos de bactérias patogênicas e metais pesados além dos gases," descreve o professor.
 Após a varredura, as informações são enviadas ao computador que, por meio de um software, produz imagens que podem ser comparadas a outras já identificadas e caracterizadas. O reconhecimento da imagem no computador é feito por um software que foi desenvolvido pelos próprios pesquisadores do grupo.

Rede de sensores
Ramirez-Fernandez destaca que o dispositivo permitirá aplicações das mais diversas, do controle de sistemas ambientais em indústrias até a detecção de substâncias patogênicas na água e medição da concentração de metais pesados.
Além disso, o professor destaca que a versão final do dispositivo será reduzida, podendo ser menor que uma caixa de fósforos.
"É possível imaginarmos uma rede de sensores instalados em uma destilaria, para operar um sistema de controle de qualidade de líquidos, por exemplo," estima o pesquisador.
Esta, segundo Ramirez-Fernandez, é a primeira etapa da pesquisa, que compreende a fabricação dos LAPS, montagem e implementação do sistema de detecção. O próximo passo será adaptar os dispositivos para detecção química ou biológica.

Fonte:site-Inovação Tecnológica .
Postado por:Tamires Morett


[Meio Ambiente] - Novo sistema dá alerta de tsunami em 5 minutos

Alerta de tsunami pode ser dado 5 minutos após terremoto

Novo sistema dá alerta de tsunami em 5 minutos

Sismólogos desenvolveram um sistema capaz de alertar sobre a iminência de uma tsunami com tempo suficiente para que a população seja avisada. [Imagem: Gatech]


Sismólogos do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, desenvolveram um sistema capaz de alertar sobre a iminência de uma tsunami.
O sistema, batizado de RTerg, emite o alerta apenas cinco minutos depois da ocorrência do terremoto que dá origem à onda gigante.
Quanto mais cedo é dado o alerta, maior é a chance de evacuação das áreas que serão atingidas, dando aos moradores um tempo precioso para que se desloquem para pontos mais seguros.
Terremotos causadores de tsunamis
A chamada zona de subducção de um terremoto normalmente se rompe a uma velocidade de 3 quilômetros por segundo, a profundidades entre 20 e 50 quilômetros.
Devido à profundidade, a deformação vertical da crosta é suavizada horizontalmente, causando uma elevação do terreno relativamente pequena - quando esses terremotos ocorrem no oceano, as ondas resultantes podem crescer apenas cerca de 20 centímetros de altura para um evento de magnitude 7,8.
Os terremotos causadores de tsunami pertencem a uma classe muito mais rara de terremotos, nos quais a ruptura é mais lenta - de 1 a 1,5 km/s - mas que se propaga até a superfície rochosa, ou seja, até o leito oceânico.
Isso causa uma elevação vertical muito maior, resultando em ondas de 10 a 20 metros. Foi isto o que ocorreu no terremoto de Sumatra, com ondas atingindo até 17 metros.
Essas características peculiares tornam a simples medição da magnitude do terremoto insuficiente para emitir um alerta de tsunami - um terremoto de pequena magnitude pode causar uma tsunami devastadora.
Detecção de tsunami
O que os cientistas fizeram agora foi desenvolver um algoritmo que detecta a conjunção dessas características dos terremotos causadores de tsunamis - eles são mais lentos, duram mais e têm menos eficiência na irradiação de energia.
O RTerg recebe uma notificação de um dos centros de alertas de tsunami cerca de 4 minutos depois da ocorrência do terremoto submarino.
Essa notificação fornece ao sistema a localização, profundidade e magnitude aproximados do terremoto.
Se o terremoto for considerado de magnitude 6,5 ou superior, leva cerca de um minuto para que os dados de cerca de 150 estações sísmicas ao redor do mundo sejam solicitados e recebidos - tudo é feito automaticamente, por computador.
Com base em dados seguros, o sistema usa seu algoritmo para rastrear cada segundo da ruptura e determinar o crescimento incremental de energia, descobrindo se o tremor foi um terremoto de tsunami ou não.
Saindo do caminho
"Para a maioria dos terremotos de tsunami, a inundação do ambiente costeiro não ocorre até cerca de 30 a 40 minutos após o tremor. Então nós vamos ter cerca de 20 a 30 minutos para enviar as informações para um sistema de alerta automático ou para as autoridades," disse Andrew Newman, um dos criadores do RTerg.
"Isso nos dá um período significativo de tempo para que as pessoas saiam do caminho."

Post by Isa - Fonte:  Redação do Site Inovação Tecnológica